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ABToken

Central de Ciberinteligência

Preencha seus dados para participar do compartilhamento de informações do Banco Central do Brasil via MISP

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Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre a iniciativa

1. O que é essa nova iniciativa lançada pela ABToken em colaboração com o Banco Central?

É a implementação de uma plataforma colaborativa de cibersegurança que permite às empresas do ecossistema de criptomoedas e ativos tokenizados no Brasil compartilhar e receber informações técnicas em tempo real sobre ciberataques, fraudes e ameaças digitais.

2. O que é o MISP e qual o seu papel no projeto?

O MISP (Open Source Threat Intelligence Platform) é uma tecnologia de código aberto especializada em coleta, análise e distribuição de inteligência sobre riscos cibernéticos. Ele serve como o ambiente colaborativo onde os dados de ataques são estruturados e compartilhados com as empresas participantes.

3. Como essa parceria se conecta ao Banco Central do Brasil (BCB)?

O projeto faz parte de uma iniciativa-piloto da Central de Inteligência de Ameaças do Banco Central, voltada ao fortalecimento da resiliência cibernética do Sistema Financeiro Nacional. A ABToken participa desse piloto compartilhando e distribuindo boletins entre as instituições.

4. Quais tipos de dados e alertas as empresas receberão?

As empresas cadastradas terão acesso a dois tipos de documentos principais:

  • Boletins de Incidentes: Registros e detalhes sobre ataques ocorridos.
  • Boletins de Ameaças: Alertas preventivos sobre riscos iminentes.

Além disso, a plataforma disponibiliza:

  • Indicadores de Comprometimento (IOCs): Como endereços IP suspeitos, hashes de arquivos maliciosos e URLs maliciosas.
  • Táticas, Técnicas e Procedimentos (TTPs): Padrões de comportamento e metodologias utilizadas pelos invasores/hackers.
5. Qual é o principal benefício prático dessa plataforma para as exchanges e empresas do setor?

A antecipação e a prevenção coletiva. Quando uma instituição detecta um ataque ou tentativa de invasão, seus dados são analisados e compartilhados. Dessa forma, outras empresas do setor conseguem identificar vulnerabilidades e aplicar bloqueios e defesas em seus sistemas antes mesmo de serem atingidas ou sofrerem prejuízos.

6. Quem tem acesso a esses alertas e informações?

O acesso é exclusivo para empresas associadas à ABToken. Cada organização associada pode credenciar até dois profissionais especializados para receber e acompanhar os alertas.

7. O que a empresa precisa enviar para cadastrar seus profissionais?

Para habilitar os representantes a receberem os alertas, a empresa deve preencher o formulário acima, com os dados enviados à ABToken:

  1. Nome completo;
  2. Nome de usuário no Telegram (@usuario);
  3. Telefone vinculado à conta do Telegram;
  4. Endereço de e-mail corporativo.

(O envio pode ser feito através do grupo oficial de comunicação da entidade ou por mensagem privada às lideranças da associação).

8. Quem participou do desenvolvimento e parametrização dessa ferramenta?

A estruturação contou com uma colaboração multissetorial, incluindo:

  • Representantes institucionais: Carol (SmartPay), Caio Moreira (Banco Central do Brasil) e Guilherme (Hypernative).
  • Empresas e instituições parceiras: SmartPay, Mercado Bitcoin (MB), Foxbit e Microsoft, além de especialistas e outros colaboradores da área de cibersegurança.
9. A adesão ao MISP garante segurança total contra ataques invasores?

Não. O compartilhamento de informações pelo MISP fortalece a inteligência de defesa, mas não elimina os riscos de invasões e nem substitui os controles internos de segurança de cada empresa. Cada exchange continua sendo responsável por gerenciar e aprimorar seus próprios mecanismos de segurança tecnológica.

10. O MISP tem API?

Atualmente, o Banco Central do Brasil liberou via MISP próprio as informações de inteligência, que estão disponíveis apenas por meio de cadastro via ABToken e não possuem disponibilização direta via API.

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